
Casal em crise aberta
A discussão começa por qualquer coisa e termina no mesmo lugar de sempre. Vocês já falaram tudo o que tinham para falar, e mesmo assim nada muda.
Para casais lidando com discussões frequentes, confiança abalada ou falta de conexão.


A discussão começa por qualquer coisa e termina no mesmo lugar de sempre. Vocês já falaram tudo o que tinham para falar, e mesmo assim nada muda.

Aconteceu, e desde então nenhuma conversa consegue chegar até o fim sem voltar a esse assunto. Um quer seguir em frente, enquanto o outro ainda não consegue, e os dois acabam presos no mesmo ponto.

Vocês se entendem bem na rotina da casa e nos cuidados com as crianças. Mas, há algum tempo, as conversas entre vocês não passam disso. Quando surge um tempo livre, cada um acaba seguindo para um lado.

Depois que a vida mudou, com a chegada do bebê, a mudança e a casa que ficou vazia, vocês não conseguiram se reencontrar. O que funcionava antes deixou de funcionar, e vocês ainda não encontraram uma nova forma de se conectar.

Toda decisão sobre dinheiro acaba virando uma negociação difícil. Um acha que o outro gasta demais, enquanto o outro sente que não pode fazer nada. No fim, a conversa termina antes que vocês consigam chegar a um acordo.

Está tudo bem entre vocês, mas existem alguns assuntos que sempre acabam em conflito. E vocês preferem aprender a lidar com eles agora, antes que se transformem em um problema maior.
A terapia de casal não é só para quem está prestes a se separar.
Agendar minha primeira sessãoVocês dois juntos e, quando necessário, cada um ouvido separadamente, com sigilo absoluto entre os parceiros.
60 minutos, com direcionamento já a partir do primeiro atendimento.
Presencial em Araçatuba ou online de qualquer lugar.
De uma única sessão a um acompanhamento mais longo, conforme o caso.
01
Como interromper o ciclo que faz toda conversa virar discussão.
Um fala, o outro se defende, e ninguém se sente ouvido.
Aprender a expressar o que sente sem acusar e a ouvir sem se fechar.
02
O que abalou a confiança e o que levou até ali.
O assunto reaparece em toda discussão nova, sem nunca se fechar.
Entender o que cada um precisa para que essa questão seja processada de verdade.
03
Como a rotina foi ocupando o espaço que era do casal.
Dormem na mesma cama e mesmo assim se sentem sozinhos.
Reaproximar vocês daquilo que um dia os uniu.
04
A discussão que sempre volta pelo mesmo motivo.
Brigam sempre pelo mesmo assunto, sem nunca resolver.
Entender o que alimenta esse ciclo, em vez de apagar o conflito no calor do momento.
05
Quando a crítica vira o tom padrão da casa.
A irritação com os pequenos hábitos do outro só aumenta com o tempo.
Abrir espaço para que o esforço de cada um volte a ser percebido.
06
A conta que um dos dois sente que paga sozinho.
Um carrega a casa, os filhos ou as contas e acumula ressentimento em silêncio.
Colocar esse desequilíbrio na mesa antes que ele vire briga maior.
07
Sogros, pais e irmãos dentro das decisões de vocês dois.
O conflito com a família acaba virando conflito entre o casal.
Construir limites claros, combinados entre vocês dois.
08
Dinheiro, filhos, futuro. Os temas que foram ficando de lado.
Assuntos difíceis viram tabu, tratados só quando explodem.
Trazer esses temas de volta para a conversa, com regras construídas em conjunto.

O trabalho não se limita ao que está acontecendo no presente. A partir da Psicanálise e da Terapia Sistêmica Familiar, buscamos compreender os padrões, as memórias e as dinâmicas que alimentam as dificuldades do casal. Esse processo acontece principalmente através do diálogo entre vocês e a terapeuta. Contudo, quando a conversa por si só não é suficiente, utilizamos abordagens complementares e formatos específicos de atendimento:
Integração de recursos da Psicanálise, PNL, Terapia Sistêmica Familiar e EMDR, aplicados para as necessidades e os objetivos do casal.
Quando traumas específicos ou dinâmicas familiares profundas interferem na relação, um dos parceiros pode realizar sessões individuais pontuais com EMDR, ECoM (Encontro consigo mesmo) ou Constelação antes de dar continuidade ao processo do casal.
Realização de encontros e dinâmicas de Constelação Familiar, ECoM (Encontro consigo mesmo) em grupo com pessoas.

Daniele Grigoleto Teruel — CRP 06/112719
Psicóloga com mais de 13 anos atendendo em Araçatuba, com mais de 18 mil atendimentos realizados, presencialmente e online.
Meu trabalho é ajudar vocês a colocarem em palavras o que vocês ainda não conseguem nomear.
Daniele Teruel

Mesmo quando cada um é ouvido separadamente dentro do processo, existe sigilo absoluto entre os parceiros.
Não se trata de "salvar a qualquer custo", mas sim de trazer clareza. O processo ajuda vocês a entenderem o que está por trás da crise e a decidirem com mais segurança o próximo passo, seja ele qual for.
Se fosse uma questão de esforço, vocês provavelmente já teriam resolvido. O que costuma faltar não é vontade, é alguém de fora da relação para enxergar o padrão que vocês, de dentro, não conseguem ver. Muitas tentativas de resolver sozinho acabam virando outra coisa, como se dedicar mais ao trabalho, aos filhos ou a um projeto novo, que ocupam o espaço sem tratar o que está por trás.
Não. Mesmo quando cada um é ouvido separadamente dentro do processo, existe sigilo absoluto entre os parceiros. O papel aqui não é decidir quem tem razão, é ajudar o casal a chegar a um entendimento comum.
Não é preciso contar tudo logo na primeira sessão. O que é dito ali fica ali, protegido pelo sigilo profissional. O ritmo é construído junto com vocês, e nada precisa ser exposto antes de vocês se sentirem prontos.
Terapia que não avança costuma parar na queixa e não chegar no padrão por trás dela. O método usado aqui — psicanálise, olhar sistêmico e recursos vivenciais como a constelação sistêmica familiar e o ECoM (Encontro Consigo Mesmo) — busca trabalhar a raiz, não apenas o conflito do momento.
Você não precisa esperar que o outro aceite vir. Muitas coisas começam a mudar quando apenas um dos dois passa a enxergar a relação de uma maneira diferente. E isso, às vezes, é o que faz o outro se abrir também.
Não. Quem procura ajuda antes da iminência da separação costuma ter menos arestas a aparar e caminha com mais facilidade no processo.
Sim. No formato online, vocês escolhem o ambiente onde se sentem mais seguros para abrir o assunto, o que pode favorecer o processo. E não precisam estar no mesmo lugar: cada um pode participar de onde estiver.
Varia conforme o caso: situações mais simples podem se resolver em uma única sessão; a terapia breve de casal costuma ir até 8 sessões; casos mais complexos seguem em acompanhamento semanal ou quinzenal.
A sessão leva 60 minutos, e a frequência é definida conforme o caso, podendo ser semanal ou quinzenal. Vale comparar esse tempo com o que vocês já gastam repetindo a mesma discussão todo mês. No formato online não existe deslocamento, e cada um pode participar de onde estiver.
Por norma do Conselho Federal de Psicologia (CFP), não é permitido divulgar valores de sessão publicamente. Chame no WhatsApp que a secretária informa valores, horários e tira todas as suas dúvidas, sem compromisso.
Rua Governador Pedro de Toledo, 1616 — Bairro Bandeiras, Araçatuba. Local com estacionamento na via e espaço kids, para quem vem com filhos pequenos.


Quanto antes vocês começarem, menos desgaste se acumula pelo caminho. A primeira conversa não exige nenhum compromisso.
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